Testemunhos

Nina Silva - "Ser 'Gordo' é um dom"

 

A guarda-redes das masters femininas diz estar satisfeita com a primeira época com a camisola de "Os Gordos" e acredita que a equipa tem muito por onde melhorar. A preparar a época no Núcleo Desportivo Santa Joana, Nina Silva já anseia, outra vez, pelo andebol de praia e vive, ao máximo, o espírito 'Gordo".
Como foi a primeira época a competir com “Os Gordos”?
Temos que ter noção que foi o ano zero para nós. O balanço geral é positivo, mas há que aprender com os erros. Adorei este início de projeto e acho que tem muito pano para mangas. A nível pessoal, foi muito bom sentir que somos uma mais-valia e acho que todas temos que ter noção que se estamos cá é por mérito próprio. Afinal de contas, fomos todas escolhidas a dedo.
De que vais sentir mais saudades?
Definitivamente do convívio. O espírito, o convívio e os laços que se criaram ao longo desta época de andebol de praia.
Que balanço fazes desta época?
Esta época teve momentos muito altos e alguns muito baixos. Temos que corrigir algumas coisas a nível de atitude e também a nível de jogo. Contudo, também tivemos momentos muito bons e de alto nível de jogo o que, para uma equipa que se formou agora, é algo que se deve aproveitar e explorar ao máximo. A qualidade está cá e agora é só limar as arestas.
Alcançaram os objetivos definidos?
Tal como referi anteriormente, foi o nosso ano zero. Os principais objectivos eram ir à fase final do nacional e chegar às meias-finais. Efetivamente, os objetivos foram cumpridos mas para nós o desfecho final...soube-nos a pouco.
A equipa feminina conseguiu chegar às meias-finais do Campeonato Nacional. Foi um bom resultado?
Para uma equipa que começou a jogar junta apenas este ano, com poucos treinos, com falta de algumas atletas, sim foi. Mas, como disse, quando começamos a sonhar é difícil sentir que falhámos e que queríamos mais e não conseguimos.
A equipa tem potencial para, na próxima época, conseguir o título nacional?
Eu costumo dizer que “o que tiver que ser será!”. Mas acredito que com trabalho, dedicação e atitude tudo se consegue.
Como definirias o “espírito Gordo”?
O espírito gordo é difícil de definir ou explicar porque é algo que se sente, que se vive. É uma experiência que se vive e nunca mais se esquece! Ou se é Gordo ou não se é! Digamos que é um dom.
O andebol de praia agora só recomeça em 2017. Até lá, quais os teus objetivos a nível desportivo?
Pretendo melhorar as minhas qualidades físicas e técnicas para ter o maior sucesso possível no andebol indoor e ajudar, ao máximo, a minha equipa, Núcleo Desportivo Santa Joana, a cumprir os objectivos coletivos. Mas, obviamente, sempre na ânsia que chegue à época de andebol de praia. 

André Silva - "Se acreditarmos conseguimos chegar à final"

André Silva também vai estar presente no Campeonato da Europa de Andebol de Praia de Sub16. O jovem de 16 anos diz ter sido a realização de um sonho e acredita que a união é a chave para chegar à final.
Há quanto tempo jogas andebol?
Comecei a jogar andebol indoor na época 2011/2012, no CDC Santana. No andebol de praia comecei há 2 anos no torneio 60h de Espinho e, desde aí,  jogo todos os verões. 
Como foi ser convocado para o Campeonato da Europa?
Ser convocado para o Europeu foi um sonho tornado realidade. Sendo na Nazaré ainda melhor, visto que temos mais apoio, pois estamos a jogar em “casa”.
Quais são as tuas expectativas para a competição?
Penso que temos uma excelente seleção e que podemos fazer uma prestação de alto nível neste europeu.
Que achas do grupo de Portugal? 
Um grupo com equipas como Geórgia, Eslováquia e Grécia não vai ser fácil, principalmente porque não conhecemos nenhumas das seleções contra quem vamos jogar. Contudo, penso que temos hipóteses de passar em 1º lugar. 
Portugal pode chegar à final?
Penso que se estivermos unidos e se acreditarmos, conseguimos ir à final.
Ser Portugal a receber o Campeonato da Europa é benéfico para a modalidade?
Sem dúvida que vai ser uma grande vantagem para a modalidade: Acredito que depois deste Europeu o andebol de praia vai crescer muito em Portugal, principalmente se as prestações das equipas portuguesas forem positivas.
Começou recentemente mais uma época de andebol de praia. Porque decidiste jogar com “Os Gordos”? 
A minha adesão à equipa “Os Gordos” aconteceu porque eles são os campeões nacionais em ambos os escalões existentes e por serem uma equipa que gosta de apostar na formação.
Que metas queres atingir com a equipa?
Este ano, visto que somos uma equipa muito nova, espero para já passar a fase final. Se lá chegarmos, quero conseguir o melhor lugar possível.  No entanto, o maior objetivo é que a equipa evolua e que se prepare para o que vem no futuro.

Tiago Sousa representa Portugal no Campeonato da Europa de Sub16

Tiago Sousa começou a jogar andebol de praia esta época e já é um dos convocados para o Campeonato da Europa de Andebol de Praia de Sub 16 que acontece de 8 a 10 de julho, na Nazaré. O rookie diz que Portugal pode lutar pelo título e mostra estar preparado para a competição.
​Há quanto tempo jogas andebol?
Pratico andebol há sete/oito anos e comecei a jogar andebol de praia há três meses com os treinos da seleção nacional de Sub16.
Como foi ser convocado para o Campeonato da Europa?
Ser convocado para um Europeu é sempre um grande sonho para qualquer atleta. Para além disso, é o  primeiro desde que jogo andebol.
Quais são as tuas expectativas para a competição?
Enquanto permanecer na competição, as expectativas são sempre ganhar e lutar pelo nosso objetivo que é sermos campeões.
Na fase de grupos, Portugal vai jogar com a Geórgia, Grécia e Eslováquia. Que achas do grupo? 
Sendo uma estreia da competição, não temos um termo de comparação em relação às outras seleções.
Quais vão ser as principais dificuldades?
Penso que a principal dificuldade será mesmo não conhecermos as outras seleções.
Portugal pode chegar à final?
Sim, claro. Temos de estar todos unidos e, principalmente, nunca podemos desistir e temos de lutar até ao fim.
Ser Portugal a receber o Campeonato da Europa é benéfico para a modalidade?
Sim. porque jogamos em casa e é sempre bom sentir que temos o apoio de todos os portugueses.
Começou, recentemente, mais uma época de andebol de praia. Porque decidiste jogar com “Os Gordos”?
Porque tinham sido campeões na época anterior nos dois escalões, o que é ótimo. Para além disso, é uma boa equipa para se aprender e vencer.  
Que metas queres atingir com a equipa?
Este ano, vamos lutar pela melhor classificação possível. Quem sabe se não vamos ser campeões.

Pedro Sardo Pereira - "União, amizade e espírito de sacrifício são a nossa fórmula mágica"

 

Na equipa desde 2007, Pedro Sardo Pereira lidera hoje "Os Gordos - Clube Naval de Leça". O treinador da equipa fala dos objetivos para a nova época, do futuro de "Os Gordos"  e do "segredo" para o seu crescimento. 
Na época passada, a equipa conseguiu o título nacional nos masters e rookies masculinos. É um incentivo para o arranque desta época?
Claro que sim. Ganhar é viciante e quem ganha gosta de trabalhar mais, sente-se mais motivado para trabalhar mais e melhor e continuar a colher frutos. Quem joga de quinas ao peito, tem sempre outra responsabilidade e outra motivação extra em relação aos outros.
Quais as principais alterações na equipa esta época?
Perdemos o nosso pilar defensivo (Diogo Oliveira) que, por estar a jogar no estrangeiro, decidiu descansar no verão. No entanto, já fomos buscar o Pedro Ribeiro, um atleta com o mesmo tipo de características. Este ano, com o não apuramento de Portugal nas selecções jovens, podemos contar com todo o plantel durante todo o ano. 
Há também a novidade das equipas femininas. Porquê? 
Na nossa opinião, o setor feminino do andebol de praia passa por um processo bastante penoso, em que existem poucas equipas e as equipas que existem são de fraca qualidade. Temos responsabilidades perante a modalidade, nomeadamente de a fazermos crescer. Se os resultados têm sido incríveis no masculino, vamos tentar desafiar um conjunto de atletas, com qualidades fantásticas para a prática da modalidade, a treinarem e a utilizarem os nossos métodos.
Há um objetivo já definido para as várias equipas? 
Relativamente às Masters, não podemos definir um objetivo, não tendo bases, nem tempo de treino. Sabemos que tipo de trabalho devemos fazer e a meta a alcançar é o apuramento para a fase final, tentando conquistar o máximo de pontos EBT possíveis. As Rookies, por sua vez, estão em processos de formação muito básicos, onde nos queremos focar. Arrisco-me também  a dizer que o objetivo é ir a fase final, por saber da qualidade das atletas. São atletas que em pouco tempo poderão fazer a diferença nas Masters, mas que precisam de tempo para evoluir e melhorar as suas apetências físicas.
E para as restantes? Acreditas ser possível a reconquista dos títulos?
Nos Rookies masculinos acho que será bastante difícil. Felizmente, a competição de rookies evoluiu muito, há muitas equipas a treinar e os favoritos nas formação serão sempre os Tigres. No entanto, quem treina e joga para ganhar arrisca-se a ser campeão. Nos Masters, o objectivo é mesmo esse. Temos uma equipa de jovens talentos, atletas dedicados e com grande capacidade de sacrifício em prol da equipa. A maioria já tem três títulos de campeão e várias presenças em competições europeias, o que faz com que a equipa esteja sempre com uma predisposição para vencer qualquer competição
Para além dos objetivos a nível regional e nacional, há metas estipuladas a nível europeu? 
Este ano, gostaríamos de apurar uma das equipas de Masters para a fase final EBT. É nesses palcos que se aprende mais, é com os melhores que vemos onde estamos a falhar e precisamos de melhorar. Acredito ter uma equipa preparada para jogar ao mais alto nível e é, por isso, que vamos trabalhar. Se for necessário, iremos jogar no estrangeiro para pontuar mais, para alcançarmos pontuação suficiente para estar no top10 europeu.
Já existe uma planificação da época? 
A primeira competição será a 23 24 e 25 de Junho, no Circuito da Associação de Andebol do Porto. No entanto, queremos fazer um quadrangular, juntando a formação e realizando vários jogos treinos antes para melhorarmos as nossas performances e testarmos o que preparamos nos treinos.
A equipa tem também o Centro de Formação. Porque consideram tão importante formar atletas?
Temos tido resultados a nível competitivo, o que faz com que a responsabilidade seja ainda maior em relação à modalidade. Há vários atletas que jogam andebol de praia e andebol de pavilhão, que nunca treinaram na areia. Esse trabalho, é essencial. Há muitos atletas com um potencial enorme, com uma qualidade técnica tremenda e que não brilham no andebol de praia por falta de treino. Vamos continuar a formar atletas, a melhorar a qualidade dos jogos desde a sua formação de Teenagers, para que assim sejam atletas mais completos quando terminarem a sua formação e iniciarem a competição. Este tipo de trabalho só é feito, com esta dimensão, em Leça da Palmeira e em Espinho (EFE - Os Tigres). É a obrigação de todos, formar e formar bem.
E quando vai arrancar o centro de formação?
O centro de formação começará em Junho. Não nos é possível iniciar antes, uma vez que os atletas ainda tem competição indoor.
Doze anos depois, "Os Gordos" já são um nome bem conhecido no andebol nacional. Quais os três factores que mais contribuíram para o crescimento da equipa?
União, amizade e espírito de sacrifício. Acho que são a formula mágica e, por isso, temos um grupo coeso e capaz de superar as adversidades. A maioria dos atletas já se conhece há anos, tem uma grande proximidade dentro e fora de campo e isso torna o grupo mais forte. 

 

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